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Covid-19: enfermeira detida em Italia por falsificar vacinação

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Uma enfermeira foi detida este sábado, em Palermo, por ter falsificado a vacinação contra a covid-19 não só de um casal, mas também a sua, em conjunto com uma colega.

A mulher, que trabalhava num centro de vacinação na cidade da Sicília, está em prisão domiciliar, acusada de emitir certificados de vacinação falsos e desperdiçar bens publicos.

De acordo com a agência Associated Press, a detenção acontece após uma investigação que começou em dezembro, que levou a que outra enfermeira do mesmo centro de vacinação também fosse detida.

As autoridades tentam agora descobrir se outros profissionais de saúde do centro de vacinação estão envolvidos no esquema.

Esta noticia surge dias depois de um enfermeiro ter sido detido na cidade italiana de Ancona, depois de fingir vacinar pelo menos 50 pessoas em troca de subornos.

O certificado de vacinação contra a covid-19 tornou-se essencial, em Itália, que introduziu na segunda-feira novas restrições para combater a pandemia.

Entre as medidas, está a presentação de certificados de vacinação ou recuperação para entrar nos transportes publicos, cafés, hotéis, ginásios e outros serviços.

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Tropas em movimento, ameaças e tensão nos corredores diplomáticos. A crise na Ucrânia em seis respostas – Observador

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Na verdade, o alarme soa mais noutros pontos da Europa do que em Kiev. Na semana passada, o ministério dos Negócios Estrangeiros britânico alertou mesmo para um possível plano russo que pretendia instalar um regime fantoche na Ucrânia, liderado pelo ucraniano Yevhen Murayev, que na verdade se manteria fiel a Moscovo. O próprio Murayev, porém, afirmou que tal não faz sentido por estar “proibido de entrar na Russia”. Analistas ucranianos, como Vasyl Filipchuk, consideraram a tese “ridícula”: “Nem mesmo uma eleição fraudulenta conseguiria fazer eleger atores pró-Rússia e impo-los à força significaria uma luta longa e sangrenta”, resumiu ao The Guardian. Talvez por isto, o alerta do Presidente Zelensky em dezembro para um plano semelhante não teve grande eco internacional.

As sondagens demonstram que a grande maioria dos cidadãos ucranianos mantém vivos sentimentos de independência e rejeita terminantemente uma aproximação à Rússia. um estudo de um think tank de Kiev dezembro passado estima que 61% dos ucranianos querem entrar na UE e que 53% gostariam de aderir à NATO. outra sondagem dá conta de que 24% dos ucranianos dizem-se dispostos a resistir “de armas na mão” a uma possível invasão russa.

Apesar do sentimento coletivo anti-Rússia, isso não significa que, em caso de ação militar, a Ucrânia tenha capacidade para resistir a um ataque do Kremlin. Uma invasão de larga escala por parte dos russos parece improvável, com a maioria dos analistas militares a sugerir antes um ataque rápido e cirúrgico, semelhante ao que Moscovo levou a cabo na Georgia em 2008. Mas, mesmo neste cenário, a Russia continua a ter um Exército muito mais preparado e capaz do que a Ucrânia.

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As posições são variadas. Oficialmente, os membros da União Europeia dizem estar todos em alerta e garantem que irão defender a integridade territorial da Ucrânia. Esta terça-feira, o representante externo da UE, Josep Borrell, disse que este caso é um “exemplo” de que “a Europa está em perigo”.

A resposta que os paises querem dar, porem, difere. Os membros mais a leste, como a Polonia e os Balticos, têm alertado para a gravidade da situação, com Varsóvia a falar claramente em “risco de guerra”. Outros, como Italy, são mais conciliadores: “Putin quer fazer parte do processo de decisão”, garante o primeiro-ministro Mario Draghi, que vê as conversações diplomáticas com bons olhos.

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Covid-19: nova variante BA.2 “é tão contagiosa como a Ómicron, mas não mais perigosa”

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O ministro da Saúde de França, Olivier Véran, afirmou esta terça-feira que a variante da covid-19 “BA.2”, detetada na Dinamarca, é “tão contagiosa como a Ómicron, mas não mais perigosa”.

Numa altura em que França está prestes a ultrapassar a onda provocada pela variante Delta, a mais perigosa da covid-19começam já a ser detetados casos da “BA.2”, uma linhagem que os cientistas dizem ser muito semelhante à Ómicron.

De acordo com o Ministério de Saúde francês, foram já registados cerca de 60 casos da variante “BA.2” no país e, de acordo com dados recolhidos, a “BA.2” parece infetar mesmo aqueles que já estiveram infetados pela variante Ómicron .

“É tão contagiosa como a Ómicron, mas não mais perigosa”firmou o ministro da Saúde francês, citado pelo El Mundo.

De acordo com o comité científico que aconselha o Governo francês em matérias de covid-19, esta nova variante parece estar já a sobrepor-se à Ómicronque tem tido consequências menos gravosas do que a Delta.

Sobre um possível relaxamento das medidas de restrição, as autoridades de saúde francesas dizem apenas que, neste momento, para essa ponderação importam mais os números de internamentos do que de infetadosque nas ultimas semanas andam à volta de 400.000 novos casos diários em França.

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A man takes his uncle, who would already be dead, to the post office to cancel the reform.

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Last Friday, Declan Honey drove his uncle to the post office in Carlow, Ireland, to collect his pension. Arriving at the scene, he fell unconscious to the ground.

“He walked normally and I think he died,” the nephew told the Irish Mirror, quoted by the publication. SKY News.

Irish police believe Pidar Doyle, 66, died before reaching the post office at 11:00 am. However, the nephew says he is “falsely” accused of trying to steal his uncle’s pension.

According to Declan Honey’s version, he and someone else carried the uncle from the house to the post office on foot, which takes about five minutes. He says they let him go to the bar and then he fell to the floor. Only then did they realize that he was dead.

The autopsy performed could not indicate the time of death, only that it must have been Friday morning. Thus, the police could not determine whether the retired artist was already dead when he left the house.

The Irish Times reported that when the three men entered the post office, an employee asked if the elderly man was all right. After the question, the nephew and the person who helped him left the building, the newspaper writes. The postal workers serving Pidar Doyle realized he was dead.

Before going to the post office, a person calls to pick up the repair. However, it was explained that the pensioner must be present. Soon Declan Hawney showed up with his uncle. The cost of repairs in the end was not transferred to anyone.

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Pidar Doyle’s nephew has not been arrested and the case is still under investigation.

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