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Dutch politician sues for comparing Holocaust to measures to fight coronavirus – international

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Dutch politician sues for comparing Holocaust to measures to fight coronavirus - international
Thierry Bodet, leader of the Dutch populist party Frum for Democracy (FvD) (photo: REMCO DE VAAL / AFP)

This Tuesday (12.07), the anti-Semitist organization said it had filed a civil lawsuit against Thierry Bodet, leader of the Dutch populist party Frum for Democracy (FvD), for comparing health restrictions in relation to COVID-19 and the Holocaust. … The action was presented by four Jewish survivors of World War II, CJO, which brings together Jewish organizations in the Netherlands, and the Israel Documentation and Information Center (CIDI), which monitors anti-Semitism in the country.

Survivors found several tweets from populist leader Thierry Bodet, in which he stated that “the unvaccinated are the new Jews, and those who will not face exceptions are the new Nazis.”

Bode also posted a picture of a boy who was not allowed to participate in the St. Nicholas Day celebrations by uploading a photo of a boy from the Lodz ghetto (Poland) with a Star of David.

The authors of the action also criticized the populist for sharing a photo of the Buchenwald concentration camp with the following comment: “How CAN you not see how history is still repeating itself?”

“With these statements, Bode puts Sho’s horror (five to six million Jews exterminated by the Nazis in World War II) on a par with measures against the coronavirus. In doing so, he minimizes the importance of the Holocaust, ”he said. stated CIDI in a note.

“Making such comparisons is“ historically and fundamentally wrong, and especially detrimental to Holocaust survivors and their families, ”the center added.

Informants are calling for messages to be deleted and Bode not to use images of the Holocaust to talk about measures against the coronavirus.

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The final procedure will take place on December 15 in Amsterdam.

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Se perder legislativas, Costa convocará eleições no PS mas não interferirá no processo, promete – Observador

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Se perder legislativas, Costa convocará eleições no PS mas não interferirá no processo, promete – Observador

Catarina garante que “OE e Governo terão de ser negociados” e acusa: “direita tem projeto de destruição do país, prefere falar de gatos”

Com o discurso da maioria absoluta arrumado na gaveta e um aparente sinal, mesmo que tímido, de que António Costa afinal vai querer negociar depois das eleições, Catarina Martins fala de uma espécie de nova etapa na campanha: “Já se percebeu que a ideia de maioria absoluta está abandonada, que o Orçamento terá de ser negociado, que vai ser preciso conversar a 31 de janeiro, que vai ser preciso negociar qual será o Governo da próxima legislatura”, disse esta manhã na feira de Vila do Prado, em Braga, embora recusando comentar mais em pormenor as declarações de Costa — “Não vou fazer a campanha sempre a comentar cada uma das declarações, porque se não passamos estes dias e nunca falamos de nada do que é fundamental.”

E o que é importante, na visão do Bloco, é discutir temas como os baixos salários em Portugal: Catarina Martins leu a notícia do Jornal de Notícias que hoje indicava que há cada vez mais pessoas a viver em caravanas, em parques de campismo, e referiu-a como um dos sinais de alerta. “Temos um país em que os salários são tão baixos que as pessoas não podem pagar uma renda de casa. Se alguém acha que o problema da Habitação é só do centro de Lisboa, desengane-se.” Para o Bloco, a solução será ter “a responsabilidade de ter uma política pública para a Habitação”, incluindo alterar a Lei das rendas e reforçar o parque público de habitação.

Catarina foi também questionada sobre o rumo da campanha, incluindo a predileção pelo gato de Rui Rio, Zé Albino, que tem sido referido praticamente todos os dias (e não só pelo PSD). “Há partidos que têm um problema: não podem dizer qual é o seu programa eleitoral Como é que a direita pode vir a umas eleições em que os salários e as pensões são baixos e vem dizer: o que nós queremos é congelarnio mírio salário, acabar com as poucas regras do trabalho que existem e é a lei da selva? A direita tem um projeto de destruição do país. Portanto preferem falar de gatos. É gato escondido com o rabo de fora”, atirou a líder bloquista.

Os ataques são nesta fase sobretudo dirigidos à direita, embora também tenha deixado uma farpa ao Sabemos que há tanta gente que não pode continuar assim, mas não é a direita que vai resolver. A resposta estará na força à esquerda e na força do BE para condicionar um contrato de Governo.”

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Moreau says MBL members are “good people” and admits approach

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Moreau says MBL members are "good people" and admits approach

Pre-candidate for President of the Republic Sergio Moro (Podemos) praised the members of the MBL (Movimento Brasil Livre) during an interview with the Flow podcast today. He confirmed a rapprochement with the group for this year’s election race.

“People are good. They are good people,” he said and added: “They were in the Movimento Brasil Livre, a movement of political activism, but did not get involved in politics, and they gradually came to understand that things don’t just change. There must be good people in politics.”

“There has to be pressure from society to change, but you also have to have people with that spirit of change. It may be an illusion, it may be a mistaken idealism.”
Sergio Moro (We can)

MBL is approaching Moro and Podemos

Last week, the MBL leaders confirmed they would be joining Podemos on January 26th. But going out to the party will have a “letter of independence” between the party and the group.

In addition to the Patriots, which includes most of the MBL members, there are members in other parties such as PSL, Democratas and Novo, and they are also expected to move to the Moro party.

Through Podemos, MBL will run for the government of Sao Paulo, led by State MP Artur do Val (Patriota-SP). In a dispute for a seat in the Senate, the group must have state deputy Heni Ozi Tsukye (Novo). Together with them, the group will form a platform in the state of São Paulo for the Moros in the dispute over the Plateau.

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The approximation, however, comes from last year. In November 2021, Moro was at the 6th National Congress of the Movement for a Free Brazil. At the end of the event, the former judge was introduced at the event by MBL leader Adelaide Oliveira as “Brazil’s next president”.

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Portugal sem representação política nos Jogos de Inverno de Pequim

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An expired Citizen Card is used to travel and apply to reside in the United Kingdom.

“Portugal não terá representação política na cerimónia de abertura ou na cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno, e estamos também a coordenar-nos com os demais Estados europeus nessa matéria, mas não teremos representação política na cerimónia de abertura ou na cerimónia de encerramento “, declarou o chefe da diplomacia portuguesa.

Santos Silva, que falava aos jornalistas após participar numa reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, justificou a ausência com “várias razões”, desde “o momento político que se vive em Portugal” ao “sentido de unidade próprio da União Europeia” nas atuais “circunstâncias”, admitindo também o peso que tem o facto de os Jogos Olímpicos de Inverno não serem, “do ponto de vista, desportivo “o alfa eo omega” do desporto nacional”.

Depois de, na semana passada, o Parlamento Europeu ter apelado a um boicote diplomático e político dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, face às tentativas da China de “legitimar o seu sistema autoritário”, Santos Silva confirmou que “há uma coordenação que se esta a fazer [entre os 27], respeitando evidentemente todos os interesses de cada Estado-membro”.

“Por exemplo, sei que alguns Estados europeus se farão representar ao nível de ministro do Desporto dada a dimensão da sua representação desportiva. Outros far-se-ão representar apenas ao nível de embaixador, e, como é habitual nestas coisas, mesmo quando a decisão é nacional, nós concertamos sempre posições e é isso que estamos a fazer”, disse.

Quanto à posição portuguesa, atribuiu-a então ao “sentido de unidade próprio da UE e também o que é típico da diplomacia não-confrontacional que Portugal pratica”, voltando a recordar o “momento político que se vive em Portugal, e que se viverá nas próximas semanas”, com a realização de eleições legislativas no próximo domingo, 30 de janeiro.

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“Entendemos que uma representação ao nível ministerial ou de membro do Governo não seria a solução apropriada”, concluiu.

Vários países, como o Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e Austrália, entre outros, anunciaram um boicote diplomático aos Jogos de Pequim, sem prejudicar a participação dos atletas desses países, para denunciar alegadas violaçõesima dos direitos humanos na China, e na quinta últ -feira o Parlamento Europeu também recomendou aos Estados-membros um “boicote diplomático e político aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022”, que decorrem entre 04 e 20 de fevereiro.

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