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New York Times publishes edition with names of 1,000 coronavirus victims

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New York Times publishes edition with names of 1,000 coronavirus victims

The total losses from the Covid-19 pandemic are, indeed, incalculable. The losses are greater than any illustration or description. But The Times is trying, in a unique way, by dedicating Sunday’s front page and three inside pages to the names of about one thousand victims.

The result: A front page devoid of any photographs, news articles, ads, or anything else. The entire page is filled with the dead, under a banner headline that says “U.S. DEATHS NEAR 100,000, AN INCALCULABLE LOSS.”

Many experts say the Covid-19 death toll is even worse, because some victims died at home or weren’t counted for other reasons. But as the number of confirmed deaths approaches 100,000, editors and reporters at The Times talked about ways to take stock of what has happened in the past few months.

“We knew that there should be some way to try to reckon with that number,” Simone Landon, an assistant editor of the Times’ Graphics desk, said in a behind the scenes feature.

Landon said the project is also a response to “a little bit of a fatigue.”

As the national emergency has stretched from days to weeks to months, a certain level of numbness has set in. The numbers are hard to fathom.

So The Times gathered names and stories of Covid-19 victims from newspapers across America. “The 1,000 people here reflect just 1% of the toll,” the paper’s description of the list says. “None were mere numbers.”

The columns and columns of names are about life as well as death:

Angeline Michalopulos, 92, “was never afraid to sing or dance.”

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Lila Fenwick, 87, was “the first black woman to graduate from Harvard Law.”

Romi Cohn, 91, “saved 56 Jewish families from the Gestapo.”

April Dunn, 33, was an “advocate for disability rights.”

Patricia H. Thatcher, 79, “sang in her church choir for 42 years.”

Fred Gray, 75, “liked his bacon and hash browns crispy.”

Harley E. Acker, 79, “discovered his true calling when he started driving a school bus.”

Frank Gabrin, 60, was an “emergency room doctor who died in his husband’s arms.”

Skylar Herbert, 5, was “Michigan’s youngest victim of the coronavirus pandemic.”

Philip Kahn, 100, “World War II veteran whose twin died in the Spanish Flu epidemic a century ago.”

William D. Greeke, 55, “thought it was important to know a person’s life story.”

An incalculable loss.

Dan Barry, a veteran writer for The Times, has an essay inside the paper about “The Human Toll” of the pandemic to date.

“Imagine,” he writes, “a city of 100,000 residents that was here for New Year’s Day but has now been wiped from the American map.”

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Ruben Amorim defends Paulinho. ″He is the best Portuguese striker I want″

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Ruben Amorim defends Paulinho.  ″He is the best Portuguese striker I want″

Rubén Amorim, the Sporting manager, showed this Friday that he is confident that Sporting will beat Benfica again, as they did in the league, and reclaim the League Cup.

“We are in a big club that needs to win titles. We are in the final and anything can happen. But I am sure that we will win. If we win, this is another trophy that will go to the museum. Life goes on. “The rest of the season remains the same,” said the coach, who has won the trophy twice as a manager and six times as a player.

For Benfica, Amorim dismissed the idea that Benfica were more in need of a win because they lacked titles and suggested that they were a different team than the one they faced in the league.

“That game was tough and we killed it when we had to. Tomorrow (Saturday) it will be a different game than in the championship. This is the game that defines the title and affects all players. pressure than on us.” The pressure is on our side because we have to win. The fact that we won less time ago does not take the pressure off us,” suggested Ruben Amorim.

Saying that Benfica’s main difference will be a new tactical system, with the prospect of the Eagles playing in a 4-3-3 formation, the “lion” coach also addressed moves in the transfer market, criticism of Paulinho and a perceived interest in Slimani. .

“Paulinho is the best Portuguese striker I want for our team. Whatever happens in the market, I will be here to comment. Everything that will be done will be in line with what we consider to be the best for Sporting,” the coach concluded.

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UFRR oferta oficinas de Línguas Portuguesa e Estrangeiras

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UFRR oferta oficinas de Línguas Portuguesa e Estrangeiras

Oficinas serão realizadas por alunos estagiários dos cursos de Letras (português, espanhol e inglês), sob orientação dos professores das disciplinas de Estágio Supervisionado

O Núcleo de Línguas Estrangeiras (Nucele) e os cursos de bacharelado em Letras da Universidade Federal de Roraima (UFRR) abriram inscrições para oficinas gratuitas nas áreas de línguas portuguesa e estrangeiras, para estudantes do ensino fundamental e médio.

Trata-se de uma proposta de desenvolvimento dos estágios curriculares supervisionados das licenciaturas em Letras no âmbito do Ensino Remoto Emergencial-ERE da UFRR. As oficinas serão realizadas por alunos estagiários dos cursos de Letras (português, espanhol e inglês), sob orientação dos professores das disciplinas de Estágio Supervisionado.

O publico-alvo é especialmente alunos que desejam realizar o Exame Nacional do Ensino Médio, alunos que pretendem fazer o vestibular da UFRR, além de alunos que tenham interesse de fazer o ensino médio no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Roraima. No entanto, todos os alunos do ensino fundamental e médio podem participar;

O período das inscrições das oficinas segue o seguinte cronograma:

Oficina de Leitura: “O cidadão de Papel: uma proposta de leitura crítica”. Incrições de 19/01 a 30/01.

Oficina de Lingua Portuguesa Ensino Fundamental: “Do povo para a sala de aula: estudando gêneros populares na aula de português”. Incrições de 18/01 a 01/02.

Oficina 1 de Espanhol: “El extraordinario mundo de los cuentos”. Incrições de 17/01 a 02/02.

Oficina 2 de Espanhol: “El universo de las historietas: los superheroes de hoy”. Incrições de 20/01 a 01/02.

Oficina 3 de Espanhol: “Cuentos de terror: desentrañando las narrativas de Quiroga”. Incrições de 21/01 a 18/02. Link: encurtador.com.br/mortC

Oficina 4 de Espanhol: “Biografia: personajes del mundo hispânico”. Incrições de 21/01 a 17/02. link:

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Oficina de Literatura – Ensino Medio: “A mulher preta eo pobre e no Vestibular da UFRR: um retrato brasileiro por meio da Literatura.” Incrições de 25/01 to 30/01.

Oficina de Conversação de Inglês. Incrições de 25/01 to 31/01.

Leitura e compreensão textual em língua inglesa para ENEM e vestibular. Incrições de 25/01 to 31/01.

Para se increver, basta acessar este link

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Covid-19 custou ao Estado português 7.74 mil milhões de euros só em 2021

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Covid-19 custou ao Estado português 7.74 mil milhões de euros só em 2021

A covid-19 custom ao Estado portugues 7.74 mil milhoes de euros só em 2021, divulgou esta quinta-feira a Direção-Geral do Orçamento (DGO), num dia em que Portugal estabeleceu um novo recorde diário de infeções.

“Até ao final de Dezembro, a execução das medidas adotadas no âmbito do combate e da prevenção da Covid-19, bem como as que têm por objetivo repor a normalidade, conduziu a uma redução da receita de 306.4 milhões de euros ea um aumento da despesa total em 7.437.3 milhões de euros”, lê-se na”Sintese da Execução Orçamentalda DGO.

Incluído na despesa estão os apoios as empresas e ao empregoque somaram 4.027.6 milhões de euros, sendo um quarto no âmbito no programa Apoiar e um pouco de mais de outro quarto no apoio aos transportes.

O apoio ao setor da Saude somou no ano passado 1,474.9 milhões de euros, sendo aqui incluído o investimento em recursos humanos, vacinas e testes.

Quanto ao boletim epidemiologico da Direção-Geral de Saude (DGS), foram diagnosticadas 65.706 novas infeções de quarta para quinta-feira, um novo recorde diário no país, e há ainda a lamentar mais 41 mortes com Covid-19.

Em termos hospitalares, registou-se uma queda de 64 “doentes covid” internadoshavendo agora um máximo de 2249 camas ocupadas, incluindo 147 nos cuidados intensivos (menos sete do que na quarta-feira).

Em termos de vacinas contra a Covid-19, está já aberto o autoagendamento da dose de reforço para maiores de 18 anos. O pedido pod ser feito online pelo portal do Serviço Nacional de Saúde.

O reforço pode ser feito por “utentes com idade igual ou superior a 18 anos, que tenham completado o esquema primário há cincom meses e não tenham tido infeção há menos de cincom meses”, explicam os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

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Pela Europa

O governo britânico pretende aliviar as restrições anticovid em Inglaterra eo fim do uso obrigatorio das máscaras é uma das medidas já em vigor.

Para o ministro da Saude britânico, Sajid Javidmanter a proteção facial contra a Covid-19 é agora “um questão de decisão pessoal“, mas ainda assim alguns operadores de transportes públicos ingleses mantém o pedido de uso de máscaras nos respetivos serviços.

Na Dinamarca, todas as restrições vão ser levantadas a partir de 1 de fevereiro. Entre os dinamarqueses, existe um misto de medo e alívio. Até porque este foi o país onde a variante Ómicron começou por ser mais agressiva na Europa e ainda há muitas pessoas infetadas.

Em Franca, a dois meses das eleições presidenciais, voltaram as manifestações sindicais pelos aumentos salariais, num contexto ainda muito marcado pela Covid-19. Em especial nas escolas, com muitas salas fechadas devido a professores infetados.

De acordo com o balanço desta quarta-feira, foram diagnosticadas em 24 horas mais 392 mil novas infeções e registados mais 268 mortos em ambiente hospitalar, o que elevou a tragédia de Covid-19 em França para mais de 130 mil mortos em quase dois anos de presença do vírus no país.

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